O Banco Central publicou novas regras para o Pix Automático. A Instrução Normativa BCB nº 746/2026 muda a forma como os limites diários funcionam, com vigência a partir de 1º de outubro de 2026.
Para quem usa cobrança recorrente, essa mudança pode gerar dúvida: será que minha cobrança vai parar de funcionar até lá? A resposta, se você usa o Elosgate, é não. E o motivo está na forma como o sistema já foi construído.
O que diz a nova norma, na prática
A mudança está na Instrução Normativa BCB nº 746, publicada em 16 de junho de 2026, que altera a Instrução Normativa BCB nº 512/2024, responsável por regular os limites de valor no Pix.
O artigo 10, § 2º, passa a incluir a solicitação de aumento e de redução do limite diário para transações relativas ao Pix Automático como uma das hipóteses previstas na norma. Antes, essa possibilidade não existia de forma explícita para essa modalidade.
Na prática, isso resolve um problema: cobranças de valor mais alto que falhavam por causa de um limite diário baixo configurado no banco, mesmo com saldo disponível na conta.
O artigo 12 da mesma instrução deixa claro que a solicitação de aumento pode ser acatada a critério do participante, ou seja, do banco. Não existe aprovação automática. Mesmo depois de 1º de outubro de 2026, data em que a norma entra em vigor, ainda vai existir situação em que o limite trava a cobrança, porque o banco pode simplesmente negar o pedido do cliente.
Por que isso não é um problema para quem usa o Elosgate?
A nova regra tenta resolver um cenário específico: cobrança falhar por limite baixo. Só que no Elosgate, esse cenário já tem solução, independente de qualquer mudança regulatória.
Quando o Pix Automático falha, seja por limite, seja por falta de saldo, o sistema não para ali. Ele faz até 4 tentativas de cobrança, uma no dia do vencimento e mais 4 nos 7 dias seguintes. Se ainda assim não passar, aciona automaticamente o cartão cadastrado como backup ou a recuperação automática.
Se mesmo com todas as tentativas a cobrança não for recuperada, a régua automática entra em ação com WhatsApp com IA, telefone e e-mail, cobrando o cliente sem que sua equipe precise fazer nada.
Ou seja, enquanto a nova regra do Banco Central depende do cliente pedir ajuste ao banco e do banco aprovar, o Elosgate já resolve o problema de outro jeito: com redundância de meios de pagamento e recuperação automática.
O que isso significa na prática para sua empresa
Empresas que dependem só do Pix Automático, sem nenhuma camada de proteção, vão continuar reféns de limite de banco, saldo do cliente e aprovação de instituição financeira.
Empresas que usam o Elosgate já operam blindadas contra esse tipo de limitação. Não importa se o banco aprova o aumento de limite ou não, porque o sistema tem alternativa pronta para agir no mesmo momento em que a cobrança falha.
Essa é a diferença entre depender de uma regra regulatória favorável e ter um sistema desenhado para não depender dela.
O Pix Automático continua evoluindo. O Elosgate já está pronto
O Banco Central segue ajustando as regras do Pix, e isso é bom para o mercado como um todo. Mas para quem usa o Elosgate, essas mudanças são só informação, não motivo de preocupação.
A estrutura de retentativa, cartão como backup e régua automática com WhatsApp com IA já garante que a cobrança se recupera sozinha, com ou sem ajuste de limite no banco.
Se você quer parar de depender de regra de banco para receber, fale com um consultor do Elosgate preenchendo o formulário abaixo.

