Inadimplência final x atraso no vencimento: a métrica que sua empresa não está olhando

Sua inadimplência está baixa, mas isso não significa que o caixa está em dia. Existe uma métrica que a maioria das empresas não olha: o atraso no vencimento. É o dinheiro que chega, só que semanas depois do combinado. No artigo, mostramos por que essa diferença importa, o custo invisível que ela gera e como o Pix Automático ataca o atraso antes dele acontecer.

Sumário

Todo fim de mês, alguém no financeiro fecha o relatório de inadimplência e respira aliviado. O número está controlado, abaixo de 10%, dentro do que o mercado considera saudável. No papel, está tudo certo.

Só que o caixa não sente esse alívio do mesmo jeito. O dinheiro que devia ter entrado no dia 5 chega no dia 20. O que devia cair antes do fechamento da folha chega depois. A inadimplência final está baixa, mas alguém passou o mês inteiro correndo atrás pra deixar ela assim.

Esse é o problema que o relatório de inadimplência não mostra: o atraso no vencimento. E ele custa mais caro do que parece.

 

Inadimplência final x atraso no vencimento: duas métricas, dois problemas

Inadimplência final é o que nunca é pago. É o cliente que some, o boleto que vira prejuízo, o valor que a empresa baixa como perda.

Atraso no vencimento é outra coisa. É o boleto que é pago, mas não na data. É o cliente que paga sim, só que duas, três semanas depois do combinado.

Uma empresa pode ter inadimplência final baixa e atraso alto ao mesmo tempo. Na prática, é o cenário mais comum entre negócios que ainda dependem de boleto: o time de cobrança liga, manda mensagem, negocia, e no fim do mês recupera quase tudo. O número final fica bonito. Mas boa parte desse dinheiro só chegou porque alguém foi atrás dele, um por um, durante semanas.

Cerca de 30% dos boletos emitidos no Brasil atrasam. Esse é o problema que a maioria das empresas está resolvendo do jeito mais caro possível: na base do esforço manual, mês após mês.

 

Por que o atraso pesa mais do que aparece no relatório

Quando o foco da gestão financeira é só a inadimplência final, a empresa mede a ferida errada. O atraso é o que realmente trava o fluxo de caixa no dia a dia.

Pensa numa empresa que fatura R$ 200 mil por mês em boletos. Se metade desse valor atrasa em média duas ou três semanas, não importa que no fechamento do mês a inadimplência final feche em 8% ou 9%. Durante boa parte do mês, esse dinheiro simplesmente não estava disponível. Não dava pra pagar fornecedor com ele, não dava pra fazer folha com ele, não dava pra investir com ele.

Isso é dinheiro da empresa, represado, esperando alguém cobrar.

 

O custo que não aparece em nenhuma planilha

Toda empresa que trabalha com boleto em volume tem, em algum grau, gente dedicada a isso: ligar, mandar mensagem, negociar prazo, atualizar planilha de quem pagou e quem não pagou.

Esse trabalho é real e é ele que segura a inadimplência final baixa. O problema é que ele não aparece em nenhum indicador. A empresa olha pro número fechado do mês e acha que o processo está funcionando bem, quando na verdade está funcionando às custas de esforço manual que poderia estar em outro lugar, cuidando de negociação, de relacionamento com cliente, de análise financeira de verdade.

Não é sobre ter menos gente. É sobre a mesma equipe deixar de gastar o mês inteiro correndo atrás de boleto atrasado e usar esse tempo pra fazer o trabalho que só um humano faz bem: entender o cliente, negociar exceção, tomar decisão. A cobrança do dia a dia, essa dá pra automatizar.

 

Como o Pix Automático ataca o atraso, não só o calote

É aqui que entra a diferença entre resolver inadimplência e resolver atraso. A maioria das soluções de cobrança foca em recuperar o que já atrasou. O Pix Automático ataca o problema antes dele virar atraso.

Funciona assim: o cliente autoriza a cobrança recorrente uma única vez. A partir daí, a cobrança acontece direto na conta dele, sem depender de boleto impresso, sem depender de lembrete manual. No dia do vencimento, o sistema tenta debitar. Se não conseguir, porque o cliente está sem saldo naquele dia, por exemplo, ele tenta de novo automaticamente, até quatro vezes ao longo da primeira semana.

O resultado prático: cerca de 80% das cobranças são aprovadas já dentro dessa primeira semana. Sem ninguém do time ligando, sem ninguém mandando mensagem no WhatsApp pessoal, sem planilha de controle manual.

O Elosgate foi construído em cima exatamente desse problema. É um gateway de pagamento com foco em automação de recebimento, pensado pra empresas que vivem de cobrança recorrente e ainda dependem de boleto ou carnê. Além do Pix Automático, o Elosgate também trabalha com cartão recorrente, e mantém uma régua de tentativas que segue tentando a cobrança automaticamente até o pagamento acontecer, sem que ninguém da equipe precise intervir. Hoje são mais de 1.050 negócios recorrentes usando essa estrutura pra parar de depender da memória do cliente pra fechar o caixa.

 

O que medir a partir de agora

Se sua empresa fecha o mês com inadimplência baixa, isso é bom, mas não é a resposta completa. A pergunta que vale a pena fazer é outra: quanto do que deveria ter entrado essa semana, entrou de fato na data certa?

Inadimplência final conta o que se perdeu. Atraso conta o que demorou a chegar. E é esse segundo número que costuma estar escondido atrás do esforço manual de quem cobra todo santo dia.

Se você quer entender quanto isso está custando pra sua operação, vale conversar com o time do Elosgate e simular o cenário da sua empresa.

Utilize o Elosgate na sua empresa

Não importa se sua empresa é pequena ou uma grande rede, o Elosgate é para você.

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